Arendt Hannah,Sobre A Violência,edit civilização
brasileira,ano 2009.
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A reflexão sobre violência perpassa a obra de Hannah Arendt, como conseqüência de seu pensar sobre a liberdade. Hannah Arendt já alertara para a falta de grandes estudos sobre o fenômeno da violência e a conseqüente banalização do conceito. Segundo esta autora, a violência caracteriza-se por sua instrumentalidade, distinguindo-se do poder, do vigor, da força e, mesmo, da autoridade. A política constitui-se o horizonte de interpretação da violência, que não é nem natural, pessoal ou irracional. A violência contrapõe-se ao poder: de forma que onde domina um absolutamente, o outro está ausente. A reflexão de Hannah Arendt sobre violência fornece um referencial teórico, a partir da filosofia política, para entender o fenômeno na sua complexidade e amplitude. Percebe-se, igualmente, como o pensamento de Arendt funda uma caminho de ação no campo da educação em vista de uma intervenção na realidade de violência social. Uma educação que não efetiva o discurso e a ação, onde os sujeitos não são protagonistas, isto é, detentores da palavra e autônomos em seu agir, é uma educação que perpetua e reitera a violência dentro e fora dela.
O fenômeno da violência emergiu como um problema para os indivíduos e sociedades deste final de século. Embora, muitas vezes, não aprofundado e sujeito à influência da mídia, assumiu a proporção de um debate popular, expresso tanto na conversa cotidiana dos cidadãos e cidadãs, dos seus comportamentos e sentimentos, como na pauta das instituições que compõem a sociedade.
"A marca do Diabo > Na Caça às Bruxas, nos séculos XVI e XVII, a moral antissexual provoca um medo cada vez maior das partes baixas do corpo. Todos devem ter cuidado com o demônio que lá se encontra latente, as mulheres mais que os homens, porque não conseguem reprimir sozinhas seus desejos sexuais. (continua) http://tl.gd/as8o66"
Trecho de O Livro do Amor, de Regina Navarro Lins. Lançamento: 2012
.” O homem ainda não conhece com precisão a sua função reprodutora e crê
que a mulher fica grávida dos deuses. Por isso ela ainda conserva poder de
decisão. Nas culturas que vivem da caça, já existe estratificação social e
sexual, mas não é completa como nas sociedades que se lhes seguem.”
Muraro
Marie Rose,HISTORIA DO MASCULINO E DO FEMININO/Martelo das Feiticeiras .
O MalleusMaleficarum
(traduzido para português como Martelodas Feiticeiras ou Martelo das Bruxas) é um livro escrito em 1484 e publicado em 1486 (ou 1487), por dois
monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger, que se tornou uma
espécie de "manual contra a bruxaria". O livro foi amplamente
utilizado pelos inquisidores por aproximadamente duzentos e cinquenta anos, até
o fim da Santa Inquisição, e servia para identificar bruxas e os malefícios
causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e
condená-las.
Kramer Heinrich ,Sprenger James , Sprenger Jacobus, MalleusMaleficarum
, O Martelo das Feiticeiras, 11ª edição,Rio de Janeiro,Edit. Rosa dos
tempos,ano 1995